
Dra. Andréia Castro
- Cirurgiã-dentista · CRO-SP 134095
- Pós-graduação em Implantodontia
- Implantes e reabilitação oral
- São Caetano do Sul – SP · atende todo o Grande ABC
Quem procura um implante quase nunca está procurando um dente. Está procurando comer um pão francês sem calcular. Rir numa foto sem levar a mão à boca. Dormir sem tirar nada da boca e deixar num copo ao lado da cama.
Essa parte raramente entra na ficha clínica. Aqui, é por onde a conversa começa.
As histórias que chegam aqui são parecidas
Depois de alguns anos concentrada em reabilitação oral, comecei a reconhecer os mesmos enredos chegando pela porta.
Tem a pessoa que perdeu um dente da frente e passou a rir de boca fechada. Ela não fala do dente — fala que “não gosta de foto”. Levou meses até procurar alguém.
Tem quem usa dentadura há anos e desenvolveu um sistema inteiro para conviver com ela: sabe em que restaurante dá para comer, quais alimentos cortar antes, como falar sem que ela desloque. Aprendeu a viver com o problema em vez de resolvê-lo, porque em algum momento alguém disse que não havia o que fazer.
Tem quem já ouviu que não tem osso e saiu do consultório com uma sentença. Às vezes há cinco, dez anos. Quase sempre essa frase está incompleta: osso perdido se reconstrói, e a diferença entre “você não tem osso” e “no seu caso vamos precisar reconstruir antes” é a diferença entre desistir e ter um plano.
E tem quem chega com um trabalho malfeito na boca. Um implante que dói. Uma prótese que nunca assentou. Essa pessoa é a mais difícil, porque já gastou dinheiro, já passou por cirurgia, e agora precisa confiar de novo em alguém da mesma profissão que a decepcionou.
Nenhum desses casos se resolve com pressa. É por isso que a primeira consulta aqui não é sobre dente.

Formação e qualificação
Em odontologia, credencial não é formalidade: é o que separa quem estudou o procedimento de quem aprendeu a fazer olhando.
- Graduação em Odontologia — Universidade Guarulhos (UNG)
- Pós-graduação em Implantodontia — Associação Brasileira de Odontologia, seção Guarulhos (ABO-Guarulhos)
- Registro profissional — CRO-SP 134095, ativo e verificável no site do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo
A ABO é a entidade de classe da odontologia brasileira, e a formação em implantodontia por ela é reconhecida no meio. Mas o que importa mais que o diploma é o que se faz com ele depois: implantodontia é uma área que muda rápido — técnica cirúrgica, materiais, protocolos de carga — e acompanhar isso é obrigação de quem opera, não diferencial.
O que acontece na primeira consulta
Descrevo com detalhe porque boa parte da ansiedade de quem procura um implante vem de não saber o que esperar.
Primeiro, a conversa. Antes de qualquer exame, quero entender o que te trouxe até aqui, há quanto tempo é assim, o que você já tentou, e principalmente o que espera que mude. Uma pessoa que quer voltar a comer carne tem prioridade diferente de quem quer resolver a estética do sorriso — e o planejamento muda conforme isso. Boa parte das reabilitações que não satisfazem o paciente foram tecnicamente corretas, mas resolveram o problema errado.
Depois, o exame e a imagem. Avaliação da boca inteira, não só da região do dente ausente, e tomografia — não radiografia panorâmica. A panorâmica mostra altura, mas não espessura. A tomografia mostra o osso em três dimensões. É a diferença entre estimar e saber.
Por fim, o plano. Você sai da avaliação sabendo quantos implantes, em que posições, quantas etapas, quanto tempo entre elas e o que vai ser exigido de você. Digo também o que pode dar errado — falha de osseointegração, necessidade de enxerto que só se confirma na cirurgia, espera maior se o osso responder devagar. Prefiro que você decida com a informação completa.

Planejamento antes da cirurgia
Quando o caso permite, o planejamento feito sobre a tomografia vira um guia cirúrgico digital — uma peça impressa em 3D que conduz a broca exatamente para a posição decidida no computador.
Isso importa além da segurança cirúrgica: o implante bem posicionado define se a prótese vai ficar estética, se vai distribuir a força da mastigação corretamente, e se você vai conseguir higienizar em volta dele nos próximos vinte anos.
Também uso escaneamento intraoral no lugar da moldagem com pasta, que incomoda e distorce.
O que eu não faço
Isso importa tanto quanto o resto.
Não prometo resultado. Implante tem previsibilidade alta e bem documentada, mas depende de osso, saúde geral, tabagismo, controle da diabetes e da higiene depois. Quem garante resultado sem te examinar está vendendo, não tratando.
Não indico tratamento desnecessário. Se o seu caso resolve com algo mais simples que um implante, é isso que vou te dizer — mesmo sendo o procedimento menor.
Não começo o que não pode terminar com segurança. Doença periodontal ativa, diabetes descompensada e alguns medicamentos para osteoporose contraindicam a cirurgia naquele momento. Na maior parte das vezes isso não é um “não” definitivo: é um “ainda não”, com um caminho até lá.
Não faço cirurgia sem tomografia. Nenhuma. Por mais simples que o caso pareça.
Sobre a parte que ninguém pergunta na primeira consulta
O investimento pesa, e fingir que não pesa é desonestidade.
Não divulgo valores — o Código de Ética Odontológica não permite, e com razão: preço sem diagnóstico não significa nada. O que faz um caso custar mais que outro é o número de implantes, a necessidade de enxerto, o material da prótese e a quantidade de etapas. Um implante unitário com osso preservado é um tratamento; uma arcada inteira com reconstrução é outro completamente diferente.
Depois da tomografia, você recebe o plano por escrito, com as etapas discriminadas.
O tratamento não termina na entrega
Implante não tem data de encerramento. A principal causa de perda tardia é a peri-implantite — inflamação ao redor do implante que começa silenciosa, sem dor, consumindo o osso que o sustenta. Quando dói, já avançou.
Ela é evitável, e o que evita é acompanhamento periódico com quem conhece o caso. Se quiser entender a parte que fica com você, escrevi um guia sobre como higienizar a prótese sobre implantes.

Onde atendo
Andréia Castro Odontologia
Av. Goiás, 301 — Santo Antônio
São Caetano do Sul – SP, 09521-310
Segunda a sexta, das 10h às 19h
Telefone: (11) 2311-1311
WhatsApp: (11) 93287-2136
Recebo pacientes de Santo André, São Bernardo do Campo, Diadema e Mauá.
Se você chegou até aqui
Provavelmente está pesquisando há um tempo. Já leu coisas que se contradizem, já ouviu opiniões diferentes, e continua sem saber em quem acreditar.
É por isso que a avaliação existe: olhar o seu caso com exame de imagem e te dizer, com clareza, o que dá para fazer, o que não dá, quanto tempo leva e o que vai exigir de você. Com essa informação na mão, a decisão passa a ser sua — e informada.
Dra. Andréia Castro — CRO-SP 134095 · Responsável técnica